Em Cremona, no século XVIII, se fabricaram os melhores
violinos em uso até hoje no planeta. Havia três principais luthiers na cidade:
Stradivarius, Guarnieri e Amati, todos com oficinas na mesma rua. Um dia, numa
engenhosa jogada de marketing, Amati colocou uma placa na frente de sua
fábrica: “Aqui se fabricam os melhores violinos da Itália”. No dia seguinte,
Guarnieri não deixou por menos: “Aqui se fabricam os melhores violinos do
mundo.” Nos bares de Cremona havia muita conversa sobre essa concorrência e
muitos provocavam Stradivarius a responder. Passados poucos dias, uma pequena
plaquinha foi colocada na porta da oficina de Stradivarius: “Aqui se fabricam
os melhores violinos desta rua”. Ninguém ousou protestar. Em 2011 um violino
Stradivarius foi leiloado por US$ 15, 6 milhões.
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Tuesday, September 22, 2015
Fabricantes de violinos
Labels:
CNH10,
competição para servir melhor,
excelência,
velocidade
A lebre e a tartaruga
Vocês conhecem a história da lebre e da tartaruga, na
qual a lebre desafia a tartaruga para uma corrida. A tartaruga aceita. Dada a
largada, a lebre dispara na frente e, por estar tão na frente, decide descansar
um pouco. Deita-se então debaixo de uma árvore – e dorme! A tartaruga, mesmo
andando devagarinho, ganha. Moral da história: “Devagar e sempre”. Mas a
história não para por aí.
Arrependida, a lebre raciocina porque perdeu e descobre que
foi arrogante, autoconfiante em demasia. Decide então
desafiar a tartaruga para mais uma corrida, convite que não foi recusado. A
lebre mais uma vez dispara na frente, e desta vez corre sem parar e ganha com
muita tranquilidade. Mas a história ainda não para por aí.
A tartaruga raciocina muito sobre como ela poderia vencer a
lebre e descobre um jeito. Faz o desafio, mas exige, desta vez, que ela decida
sobre o traçado do percurso. A lebre aceita e, como nas corridas anteriores,
sai na frente e corre sem parar até que... se depara com um rio que corta o
trajeto ao meio. Parada à margem, ela enxerga, do outro lado, os metros finais
da pista e a linha de chegada. Lebres não nadam, mas tartarugas nadam! E, dessa
forma, ao finalmente chegar ao rio, a tartaruga
atravessa-o com facilidade e emerge da água do outro lado para vencer a
corrida. Mas a história não acaba aí.
Depois de tantas corridas, a lebre e a tartaruga trocam uma
ideia e decidem cooperar ao invés de competir. Assim, a lebre carrega a tartaruga
até o rio, a tartaruga carrega a lebre durante a travessia e, por fim, a lebre
transporta a tartaruga pelos últimos metros e ambas cruzam a linha de chegada,
juntas. Moral da história: “Você pode ser brilhante e competente, mas sempre
encontrará situações onde outras competências serão necessárias para que o
trabalho seja feito melhor e com mais qualidade”.
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